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Calculadora de Fator R (Simples Nacional)

Informe a folha de salários e a receita bruta dos últimos 12 meses e veja se a sua atividade de serviços fica no Anexo III ou no Anexo V do Simples Nacional — e a que distância está do limite de 28%.

Calculadora — estimativa 2026
Inclui salários, pró-labore dos sócios e encargos (FGTS, 13º, férias, adicionais).
Faturamento acumulado dos 12 meses anteriores.

Informe a folha e a receita dos últimos 12 meses para calcular o Fator R.

Estimativa — leia antes de usar

O resultado é uma estimativa de referência para 2026, com base na LC 123/2006 (art. 18, §§ 5-J, 5-K e 5-M) e nas Resoluções CGSN. A composição da folha (sobretudo a inclusão do INSS patronal) é ponto interpretativo e pode alterar o resultado. Não substitui a apuração oficial nem a orientação de um contador habilitado.

Confirme sempre nas fontes oficiais — Portal do Simples Nacional (Receita Federal). MBK Contabilidade — CRC/SC 012528. Florianópolis/SC.

O que o Fator R decide: Anexo III × Anexo V

Para várias atividades de serviços, o Simples Nacional não fixa de antemão o anexo de tributação — ele depende do Fator R, a razão entre a folha de salários e a receita bruta dos últimos 12 meses. O resultado define em qual anexo a empresa paga, e a diferença na alíquota inicial é grande:

Comparação entre Anexo III e Anexo V do Simples Nacional pelo Fator R
Resultado do Fator RAnexoAlíquota inicial
Igual ou maior que 28%Anexo III6%
Menor que 28%Anexo V15,5%

Por isso, empresas de serviços com folha relevante frente ao faturamento tendem a pagar menos imposto pelo Anexo III. O Fator R é recalculado mês a mês, então a empresa pode alternar entre os anexos ao longo do tempo.

Exemplos resolvidos

Exemplos de cálculo do Fator R
Folha (12 meses)Receita (12 meses)Fator RAnexo
R$ 120.000R$ 300.00040%Anexo III (6%)
R$ 56.000R$ 200.00028% (no limite)Anexo III (6%)
R$ 60.000R$ 300.00020%Anexo V (15,5%)

No exemplo de 28%, a folha está exatamente no ponto de virada: por ser igual a 28%, já se enquadra no Anexo III. No exemplo de 20%, a folha é baixa frente ao faturamento — é o caso em que aumentar pró-labore/folha até 28% pode reenquadrar no Anexo III. Esse ajuste é planejamento tributário (um serviço contábil), não uma garantia de economia.

Cruzar (ou não) a linha dos 28% é uma das alavancas mais comuns do planejamento tributário. A decisão envolve mais INSS sobre o pró-labore e deve ser simulada com os números reais da empresa, ano a ano.

O que entra na folha de salários

A folha do Fator R, dos últimos 12 meses, inclui salários de empregados, pró-labore dos sócios e encargos (FGTS, 13º salário, férias e adicionais). Base legal: LC 123/2006, art. 18, §§ 5-J e 5-K (que define folha de salários) e 5-M. A inclusão do INSS patronal na base é ponto controverso — para casos-limite, siga a Resolução CGSN 140/2018 e a orientação do seu contador; não trate o INSS patronal como componente certo sem revisão.

Perguntas frequentes

O que é o Fator R no Simples Nacional?

O Fator R é o indicador que define se uma atividade de serviços será tributada pelo Anexo III (alíquota inicial 6%) ou pelo Anexo V (alíquota inicial 15,5%). Ele compara a folha de salários dos últimos 12 meses com a receita bruta dos últimos 12 meses. É recalculado mês a mês.

Como se calcula o Fator R?

Fator R = (folha de salários dos últimos 12 meses dividida pela receita bruta dos últimos 12 meses) × 100. Por exemplo, folha de R$ 120.000 e receita de R$ 300.000 resultam em 40%. A apuração usa sempre o acumulado dos 12 meses anteriores.

Qual o limite do Fator R (28%) e o que ele determina?

Se o Fator R for igual ou superior a 28%, a empresa é tributada pelo Anexo III (inicia em 6%). Se for inferior a 28%, vai para o Anexo V (inicia em 15,5%). Por isso, empresas de serviços com folha relevante frente ao faturamento tendem a pagar menos imposto pelo Anexo III.

O que entra na folha de salários para o Fator R?

Entram os salários de empregados, o pró-labore dos sócios e os encargos (FGTS, 13º salário, férias e adicionais) dos últimos 12 meses. A inclusão do INSS patronal na base é ponto interpretativo — casos-limite devem seguir a Resolução CGSN 140/2018 e a orientação do contador.

Aumentar o pró-labore ajuda a cair no Anexo III?

Sim, em tese: como o pró-labore compõe a folha, aumentá-lo eleva o Fator R e pode reenquadrar a empresa do Anexo V para o Anexo III. Mas é uma decisão de planejamento tributário que envolve mais INSS sobre o pró-labore e deve ser simulada caso a caso por um contador — não há garantia de economia.

Com que frequência o Fator R é apurado?

O Fator R é apurado mensalmente, sempre considerando a folha e a receita bruta acumuladas dos 12 meses anteriores. Isso significa que a empresa pode alternar entre Anexo III e Anexo V ao longo do tempo conforme a relação entre folha e faturamento muda.

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